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Com status de membros da família, os animais de estimação vêm transformando a forma de morar dos brasileiros e influenciando tendências no mercado imobiliário. O bem-estar e a segurança dos cães e gatos vem impactando a escolha do novo imóvel em que a família pretende morar. Os empreendimentos, por sua vez, dedicam cada vez mais atenção. 90% dos projetos de lançamentos residenciais contam com equipamentos e espaços pets, como explica Mauro Macedo, diretor regional da ABMI, a Associação Brasileira do Mercado Imobiliário. Os incorporadores, aliás, todas as os lançamentos que têm sido entregue, que foram concebidos há 5, 6, 7 anos atrás, as boas incorporadoras já incluíram isso nos projetos. Então assim, tem tem famílias que tem três, quatro pets. Então o pet ele entrou para dentro de casa, ele hoje é uma prioridade na escolha, né? As pessoas que vão locar imóveis preferem os imóveis que têm uma infraestrutura para receber seu pet e quem vai comprar também, né? Não há dúvida que ficou mais valorizado, que os imóveis que estão preparados para isso tem mais liquidez e são mais valorizados, tanto para locar como para comprar. Hoje o Brasil supera a marca de 160 milhões de pets de acordo com a ANBET, Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação em conjunto com o Instituto PET Brasil. São mais de 62 milhões de cães, a maior população de bicho de estimação do país. A geração mais jovem que hoje tá saindo de casa aí com seus 30 a 40 anos, 35 de média, né? Eh, a mediana brasileira, a longevidade tá em torno de 70 anos hoje. Eh, essas pessoas estão buscando espaços pequenos, mas com muita infraestrutura e muita conveniência, né? E por outro lado também pessoas já 55 mais que já estão numa outra fase também, muitos deles, os filhos já saíram de casa e muitos deles também tm pets. E o pet passa a ser a prioridade. Os filhos já foram, né, já se casaram, já estão constituindo família. E aí a volta dos pets, então, para esse pessoal mais sénior, vamos dizer assim, também eh passa a ser uma prioridade. Há 4 anos, o Carlos Eduardo mora em um apartamento em Campinas junto da sua esposa. E há dois anos, os dois se tornaram pais da pequena Luma, uma cachorra da raça Shitsu. E um dos fatores deles terem pego a cachorrinha foi toda a estrutura voltada para os pets que o condomínio residencial onde vivem possui. a gente tem um tempo para passear, mas também eh às vezes a gente só tem o tempo para passear à noite, né? Então a noite às vezes é perigoso na rua e a gente sabia que tinha um espaço pet aqui. Então eh nos nos possibilitou a a a poder, pô, a gente pode ficar tranquilo, porque se se for muito noite, a gente pode levar ela no espaço e ela vai poder se te divertir e poder eh correr para tu quant é lado aí e com segurança, né? às vezes na rua à noite é mais perigoso. Então isso ajudou a gente também a a poder ter o cachorro e e ficar tranquilo nessa parte de de poder passear com ela. A gente trata como filho mesmo. Acho que eh o tanto de amor que a gente dá para eles, eles também dá dá pra gente, né? Então a gente tem esse carinho, essa essa vontade aí e o pensamento de ser o nosso filho mesmo. O empresário acredita que cada vez mais os espaços pet friendly serão frequentes nos condomínios. Hoje a tendência é cada vez a família ter mais e um filho, né, que seria um cachorro. É, então acho que é super importante mesmo ter e acho que a tendência é sempre aumentar aí essa essa questão de de buscar um espaço onde tenha um espaço pet para poder deixar o cachorro se divertir, deixar o cachorro à vontade. M.