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O projeto de lei foi protocolado pelo vereador Rodrigo da Farmadique, que presidiu a audiência, e também pelos vereadores Débora Palermo, Eduardo Magoga e Igor Diego. Já aprovada em primeira votação, momento em que se discute a legalidade da proposta. Também marcaram presença na sétima audiência pública os legisladores Dr. Ianco e Nick Schneider. Eu declaro aberta a sétima audiência pública da Câmara Municipal de Campinas, eh, para tratar do tema Farmácia Solidária, com intuito de debater e ampliar o acesso aos medicamentos e a melhoria dos serviços públicos à população. Igor Diego, vereador e co-autor do projeto, comenta sobre opiniões contrárias e a importância da audiência para esclarecimentos. Temos na cidade de Campinas alguns entendimentos contrários sobre o projeto. Esse projeto ele não tinha necessidade nenhuma da gente convocar uma audiência pública dentro do rito obrigatório, mas assim o fizemos para que os demais vereadores também dessa casa, como também alguns órgãos da prefeitura de Campinas, eles pudessem ter um entendimento. ainda existe muitas dúvidas, né, e existem alguns talvez preconceitos que precisam ser sanados e melhor discutidos. Eu acho que a audiência pública ela tem eh esse objetivo. A co-autora Débora Palermo ressalta a importância deste projeto representado em toda a região de Campinas. É muito importante essa tarde essa audiência pública para discutir e colocar a publicamente um projeto de extrema importância, de extrema relevância pra população de Campinas. Tanto é importante que quatro vereadores assinam esse projeto. Eu, vereador Rodrigo Farmadique, vereador Eduardo Magoga e vereador Igor do Campo Grande. Não, eh, estranhamente cada um de uma região de Campinas, eu mais da região leste, ele da região norte, o o Rodrigo da Farmadique do Ouro Verde e o Igor do Campo Grande. Então, Campinas toda, representantes de Campinas inteira falam que da importância desse projeto. Em Mogiguaçu, o projeto de autoria do vereador Natalino Tony foi implantado há 3 anos. Agora está sob a responsabilidade da farmacêutica Roseline Cruz. todo o trabalho que a gente faz para a população de Mogiguaçu, realmente é é um trabalho árduo, mas no final a gente sente assim um alívio de dever cumprido. Eh, eu não posso deixar de agradecer os meus parceiros farmacêuticos. Nós temos vários grupos eh de farmacêuticos da região, de outros estados. Eh, nós nós nos unimos para ajudar o próximo. Hoje faz 3 anos que tá funcionando. Hoje nós já eh já passou pela farmácia de todos eh mais ou menos mais de 160.000 pessoas. Hoje mais de 20 milhões de medicamentos distribuídos gratuitamente e também eh a gente tá atendendo hoje eh o Rodrigo teve a satisfação de ver as pessoas lá na fila. Hoje tá de 600 a 800 pessoas por dia, que nós temos uma cidade de 160.000 habitantes. Então para vocês ver quantas pessoas que passam por lá. A sétima audiência pública contou com uma breve palestra do delegado do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo, trazendo esclarecimentos em relação à validade e a procedência dos medicamentos. Nós não estamos falando de produto ruim, né? Quando você pega um projeto como esse, a primeira coisa que vai passar na cabeça é: "Poxa, será que vai vir algum produto pós-o? Será que vai vir descarte de medicamento?" Nós não estamos falando de descarte, nós não estamos falando de inservíveis, nós não estamos falando de produtos que iriam para o lixo, mas sim estamos falando de um produto que a indústria não pode comercializar devido ao ciclo de vida que o produto tem no varejo. Eduardo Magoga, também coautor, comenta sobre a visita feita à farmácia de todos em Mogi Iguaçu e os compromissos com Campinas. F entrar num corredor com mais de 200 pessoas para pegar o remédio gratuitamente. Eu assustei, achei que isso seria um desafio e eu achei, vereadora Débora e vereador Ianco, que seria um desafio montar uma farmácia dessa aqui na nossa cidade. Mas depois do exemplo que nós vimos do vereador Natalino, eu sei que agora se torna mais do que importante um compromisso nosso, porque se ele fez lá em Mogiguaçu, nós temos que o fazer aqui na cidade de Campinas. Após audiência pública, fica agora a expectativa para o próximo passo. Próximo passo agora é trazer ele pro plenário. Se não foi, se não passou ainda em todas as comissões, nós faremos um requerimento de urgência desse projeto para trazer paraa votação no plenário e aí se ele for e aprovado eh em segunda votação, depois vai pro prefeito para ser sancionado e depois nós teremos as condições eh jurídicas favoráveis para que esse projeto seja implantado em Campinas. Yeah.